6 meses após massacres, Estados ainda têm presídios superlotados

6 meses após massacres, Estados ainda têm presídios superlotados

Mais de seis meses depois das rebeliões que deixaram mais de 120 mortos em presídios do Amazonas, Roraima e Rio Grande do Norte, em janeiro deste ano, os governos transferiram detentos, anunciaram novas penitenciárias e fizeram mutirões para revisar processos –mas ainda não conseguiram alcançar o "calcanhar de Aquiles" da questão: o número de presos provisórios. Presos provisórios são aqueles que não tiveram condenação e ainda aguardam julgamento. Em janeiro, logo após as rebeliões, a ministra Cármen Lúcia, presidente do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), pediu um "esforço concentrado" no julgamento desses casos. De lá para cá, apenas o... Continue lendo

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